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Archive for março \30\UTC 2012

Criação de Personagens Orientada a Perguntas – parte 5 – trabalho e hobby

março 30, 2012 1 comentário

Tendo criado a necessidade imperiosa do personagem e respondido perguntas que a rodeiam, já é possivel ter uma ideia de como o personagem se comporta, do que ele precisa e, em geral, que tipo de pessoa ele é. Mas ainda assim existe muito o que ser delineado, pois a maior necessidade de uma pessoa, embora mostre como ela se comporta e o que ela busca com maior afinco, do que sua alma precisa, não diz como funciona sua vida, o que ela já tem e, em geral, aquilo que viveu.

Esta etapa da criação começa a tratar sobre tais caracteristicas. Observando tanto o trabalho quanto o hobby de um personagem faz com que as poucos se vá descobrindo a vida corriqueira do personagem, as  habilidades que ele possui, seus conhecimentos em geral e aquilo que gosta de fazer por lazer.

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Chega de falar de heróis

março 27, 2012 1 comentário

Vilões. Em minha opinião, mais do que os heróis (em geral um bando de pirralhos mimados com mania de grandeza e um ou outro cachorro idiota), eles são o ponto de fusão de qualquer história. Heróis não seriam necessários se não houvessem vilões para serem enfrentados – e normalmente, junto com vilões, uma horda ou outra de subalternos, contratados, aliados, bichinhos de estimação satânicos e variantes. Vilões são, em muitos exemplos (e em geral, são nesses exemplos que estão os melhores vilões) mais apreciados pelo público que os heróis. Não é raro que vez ou outra nós torçamos para que o vilão vença – e em várias ocasiões a pedantice do protagonista ajuda. Porém, o que é um vilão? É nesta pergunta que vou me prender no post de hoje. No material que leio por aí vejo muita confusão com o conceito por trás do termo.

MUAHAHAHAHA

Um vilão é, antes de mais nada, uma pessoa que se comporte como tal. A frase parece redundante mas você verá, meu bondoso leitor, que faz mais sentido do que parece.

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Para jogar e criar histórias – O sistema de RPG Microscope (parte 1)

março 23, 2012 1 comentário

Alguns de nós da Taverna, além de gostarmos de escrever, também gostamos de jogar RPG. Então começamos a tentar jogar aos sábados, após as reuniões presenciais. No último, resolvemos testar um sistema diferente, sobre o qual Renan leu recentemente e que nos pareceu bem interessante para construir cenários e backgrounds de mundos – ou seja, que poderia ser, além de divertido, útil, contribuindo para as histórias de alguns de nós ou em outros projetos paralelos. Trata-se do Microscope.

Por conta desse aspecto funcional do sistema, achamos que valia a pena falar sobre ele aqui no blog. Vamos abordá-lo em dois posts: neste primeiro, darei um depoimento de como foi nossa experiência com o jogo. Em um próximo (para o qual sumonarei Renan ou Thales), serão tratadas suas regras e funcionamento em si.

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Combates, lutas, batalhas: exemplos de caras que não usaram.

março 20, 2012 1 comentário

Eu ia começar este post falando sobre um elemento essencial na escrita de ficção científica e/ou fantasia, mas ao invés disso, resolvi tomar o lado contrário. Eu ia falar da importância de batalhas, lutas, combates e termos afins, mas resolvi falar exatamente o inverso: resolvi dizer os motivos pelos quais acho que este elemento é muitas vezes dispensável.

É até deselegante, não é?

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Divagações – The Fantastic Flying Books Of Mr. Morris Lessmore

março 17, 2012 Deixe um comentário

O que faz nossas vidas mudarem e ganharem sentido de fato? Que faísca, chama ou furacão nos atinge e nos abençoa, transformando o que era caos ou rotina indefinidos e feitos por fazer em alguma coisa pela qual lutamos com todas as nossas energias, mesmo enquanto dormimos? Ou, talvez… O que faz nossas vidas ganharem vida?

Pra algumas pessoas, essa mágica vem através da escrita. E para algumas… a salvação são os livros, e todo o seu universo. =] Leia mais…

Criação de Personagens Orientada à Perguntas – parte 4 – Necessidade, busca e fuga

março 15, 2012 1 comentário

Partindo dos pré-supostos lançados no ultimo post, chegamos à premissa de todo, ou pelo menos a suprema esmagadora maioria, dos personagens, assim como os seres humanos, sempre precisam de alguma coisa. Este post traz um fluxograma, o primeiro fluxograma exposto por Lisle, que tem como objetivo ajudar na criação e determinação de qual a necessidade do personagem.

Nesta etapa, que seria o inicio da criação propriamente dita, o escritor deve determinar qual será a “necessidade imperiosa” do personagem. Esta necessidade imperiosa seria aquilo que o personagem precisa de mais urgente, ou de forma mais desesperada. Algo que serve de guia para suas ações e seus anseios, que toma seus pensamentos e conduz a sua vida. É a necessidade a qual ele irá despreender os maiores esforços e recursos. Leia mais…

Categorias:Uncategorized

Comece a carroça pelas rodas, já diria minha avó.

março 14, 2012 Deixe um comentário

Nas últimas matérias que escrevi, estive deixando bem claro meu ponto de vista: ler ajuda – e muito – na hora de escrever. Lendo bastante você visualiza na prática várias opções estéticas que enriquecem o texto e auxiliam o leitor na hora de compreender o que exatamente aconteceu naquela descrição intrincada de uma batalha campal. Além disso, ler aumenta sua carga de cultura, sua visão de mundo se expande e muitos preconceitos são deixados de lado. Em suma, ler é bom pacas se você quer ser uma pessoa antenada e de brinde, em boa parte, te ajuda na hora de escrever sua narrativa.

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